25 de outubro

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26/11/20 às 9h20 - Atualizado em 26/11/20 às 9h20

(NA MÍDIA) Paratleta de Santa Maria é ouro no MS

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Pedro Marra/JORNAL DE BRASÍLIA

Santa Maria pode dizer que tem um paratleta de dar orgulho na cidade. O responsável é Fabrício Amorim, 31 anos, que conquistou duas medalhas de ouro na 28ª edição do Campeonato Brasileiro de Canoagem Maratona, realizado em Corumbá-MS no último dia 21 de novembro. Ele ficou em 1° lugar nas categorias kayak 10km e canoa 5km.

Apesar do ótimo resultado recentemente, Fabrício compete há sete anos. Em 2014, ele levou ouro em sua primeira competição, a 1ª Etapa do Campeonato Brasiliense de Canoagem Velocidade – Regata Aniversário de 40 anos do Clube Naval de Brasília.

Santa Maria pode dizer que tem um paratleta de dar orgulho na cidade. O responsável é Fabrício Amorim, 31 anos, que conquistou duas medalhas de ouro na 28ª edição do Campeonato Brasileiro de Canoagem Maratona, realizado em Corumbá-MS no último dia 21 de novembro. Ele ficou em 1° lugar nas categorias kayak 10km e canoa 5km.

Apesar do ótimo resultado recentemente, Fabrício compete há sete anos. Em 2014, ele levou ouro em sua primeira competição, a 1ª Etapa do Campeonato Brasiliense de Canoagem Velocidade – Regata Aniversário de 40 anos do Clube Naval de Brasília.

Em 2013, o rapaz virou cadeirante durante uma briga de rua na cidade. Durante a confusão, houve tiroteio, e algumas balas atingiram as pernas de Fabrício, que estava próximo do local.

No mesmo ano, Fabrício foi atendido no Hospital Sarah Kubitschek, do Lago Norte, onde começou a praticar canoagem. De um esporte voltado para a reabilitação, ele tomou gosto pela modalidade e virou profissional.

Atualmente, ele treina de segunda a sábado no CT do Clube da Aeronáutica e do Instituto Bombeiros de Responsabilidade Social (Ibres), do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF). Fabrício também é atleta de natação, e faz crossfit para manter o condicionamento físico.

Ele voltou a competir após oito meses, quando ganhou conquistou sete medalhas no Centro-Leste do Circuito Brasil Loterias Caixa de atletismo, halterofilismo e natação, realizado em fevereiro deste ano

“Foi bem legal estar voltando às competições, viver o que eu gosto de fazer. Tem as suas dificuldades, mas vamos nos acostumando a usar a máscara. As condições são essas, mas mantenho a fé de que vai dar tudo certo nessa pandemia”, conclui o paratleta de Santa Maria.

Os tipos de embarcação do campeonato foram caiaque (classes K1 escola, K1/K2 e K1 (embarcação até 4,5 metros) e canoa (C1 – individual/C2 – dupla). Na paracanoagem, foram caiaques das classes K1 (individual), V1 e turismo.

Saiba Mais

Para Fabrício, as medalhas em Corumbá-MS são motivo de inspiração para outras pessoas que sofreram acidentes a não desanimarem dos próprios sonhos. “É um incentivo a mais para as pessoas verem um deficiente físico no pódio. Isso ajuda muito na sociedade. E aos outros que queiram treinar e fazer algo depois que teve um acidente e pensa que a vida parou, mas ela não parou.”

O evento, por ser realizado durante a pandemia, seguiu rígidas medidas sanitárias por conta da pandemia do novo coronavírus, e teve o apoio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, da Fundação de Desporto e Lazer (Fundesporte).

A realização do torneio ficou por conta da Federação de Canoagem de Mato Grosso do Sul (FCaMS), com supervisão da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), em parceria com a Prefeitura Municipal de Corumbá.

 

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